Hoje, em conversa, um amigo confessou-me quase arrancar os cabelos para conseguir um coordenado giro, com pinta, que o faça distinguir-se dos demais, saindo da linha dita normal mas sem recorrer ao circo e cair no ridículo. "Não sei, não faço ideia como e sinto-me um elefante numa loja de porcelana no que respeita à moda."
Depois, custa-me ver ainda, tão cerrados em mentes novas, aqueles preconceitos, que boa parte dos homens tem, em parecerem gays ou aves raras. Preferem ficar no básico, a roçar o "não percebo e nem quero perceber porque sou macho".
Lembrei-me então de fazer um post com dicas curtas, muito simples, de como conjugar, mas cem por cento eficazes e sem espaço para falhas, recorrendo ao exemplo de Nick Wooster. Independentemente da orientação sexual, Wooster é um dos homens com o estilo mais másculo e admirado do mundo da moda. Estas dicas não são novidade mas assim que forem conhecidas/compreendidas tornarão todo o processo mais fácil.
Portanto, conjugar:
1 - A gravata com a camisa, na mesma cor.
Um ar sóbrio mas ao mesmo tempo irreverente e inconformado.
2 - A gravata com o casaco, na mesma cor.
Tanto a anterior como esta são bastante tradicionais, ainda assim não são as fórmulas mais utilizadas (O mais comum é o contraste entre a gravata e o fato com uma camisa que não choque o conjunto.).
Versão em laço, para os mais arrojados.
3 - Para quebrar as "regras preconcebidas", misturar padrões. Riscas com pintas, no casaco e na gravata, por exemplo.
O segredo? Para ficar na zona de segurança, usar a mesma cor ou a mesma cor em diferentes tons.
Para quem faz do risco um jogo, cores do mesmo grupo ou cores opostas.