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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Tudo a seu tempo

Bem sei que por aí já começa-se a suspirar com a Primavera e com as peças novas mas, para já, em dias frios, de chuva e neve, gosto mesmo é de ver fotos como estas.

Nos últimos anos, tem sido recorrente (no ano passado, foi gritante) mas tudo o que não quero ver é fotos com meninas roxas e azuladas, envergando roupas leves, esquecendo as meias, as luvas, os casacos, os cachecóis e os gorros. Ainda agora estamos na época dos saldos, mais que não seja para darmos uso às coisas novas. E o frio? E o frio? Irreverência é uma coisa, outra é não fazer sentido. Não faz sentido esquecer a função principal da roupa que é proteger-nos e agasalhar-nos face ao clima. Sofrer para ficar bonitas, bem, para a maioria, é inevitável. Um pouco, q.b, ali a dançar no paralelo do limbo do aceitável. Aceitável. Fotos na neve sem meias, de stillettos é coisa para rebolar as órbitas dos olhos até à lua. Não são modelos e é óbvio que, a seguir aos cliques, vão a correr calçar umas botas de pêlo e enfiarem-se debaixo de cinquenta e quatro mantas.

Depois, para grande admiração minha, deverá ser o primeiro ano destes trinta e três em que chego ao final do mês de Janeiro e não estou a arrancar cabelos desejosa que o Inverno desapareça. Só mais um bocadinho. Tenho divertido-me bastante com os trapos quentes. Tem sabido bem isto das canecas de chocolate quente e chá infindáveis. Mesmo que assim não fosse, até realmente termos temperaturas decentes, são estas as fotos que me encantarão.



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Inesperado

Por vezes a maneira mais gira e cool de ter um visual surpreendente, próprio, actual e revigorante não é usar tendências como se não houvesse amanhã mas brincar um pouco com as regras pré-concebidas, ainda que subtilmente.

Isto é válido para ambos os sexos.

Uma das minhas maneiras preferidas e que não deixa de ser tendência nos últimos tempos (Alguma vez não foi?) é precisamente brincar com as peças mais formais e as mais casuais, juntando-as numa harmonia aparentemente inesperada e impossível que acaba por se revelar no seu fundo: uma harmonia perfeita que não deixa de nos chamar a atenção e agradar aos olhos.

Assim também se cria um estilo próprio duradouro e sempre interessante, à prova de tendências, impulsos fashion-victim e maria vai com as outras.

How do you manage to get a unique, surprising, updated and refreshing look? Dressing up new trends from head to toe doesn't seem to be the answer. You probably will be dressed like every person on the street. Sometimes the easiest and coolest way is just playing with the basic rules.

This works for both ways, man and woman.

For example, I love to play and mix formal and casual garments. It's one of my favourite ways to spice up an outfit and also a big trend (Well, it has been a trend for ages.). This impossible and unexpected harmony becomes real and perfect and it's a sight for sore eyes. Also creates an unique, lasting and interesting style. Completely trend, fashion-victim impulses and copycat-proof.



terça-feira, 30 de outubro de 2012

Tanta vontade para gastar e sem o poder fazer


Ontem, ao comentar no blogue da Jo, the Carrot, fiquei a pensar no assunto e em como eu própria já havia implementado uma série de medidas e alterações ao meu modo e estilo de vida, para não me perder psicologicamente nesta conjuntura de desemprego, tristeza, desilusão e diminuição drástica do poder de compra.

Este não é o post mais alegre com coisas giras nas quais nos apetece "escapar", também não aguardem qualquer coisa como "Como ter um look por €50,00" ou "Como sobreviver à crise".

É um apanhado de algumas ideias que já aplico e que mais ou menos não me deixam cair tão facilmente ou cometer as típicas asneiras.

A pensar em quem está desempregado, viu o seu rendimento a ser reduzido ou simplesmente tem um gosto caro e não pode agradá-lo de forma alguma. Não vos acontece? Sou daquelas pessoas que pega na peça mais cara da loja sem ver o preço e que nestas alturas mais me apetece ver e comprar coisas lindas, luxuosas, bem feitas, etc. Nunca me apetece tanto fazer compras como quando não as posso fazer e é mais ou menos o que se passa nesta altura. Vejo sites, corro lojas, pesquiso catálogos, faço listas, suspiro e entristeço-me muito em todo o processo.

A verdade é que não pode ser. Daí que tenha que aprender a lidar com isso da melhor maneira.

Mealheiro

A primeira coisa e a mais importante é o célebre cliché "poupar". Existem estudos que demonstram que nestas alturas as mulheres gastam mais em doces, vernizes e, depois, em peças de roupa muito baratas. Não é preciso grande análise, pois não? Temos dez euros na carteira e a vontade de os gastar é muito superior à que sucederia numa fase normal. Os dez euros voam rapidamente e a sensação de insatisfação perdura. Não ficamos propriamente com muita coisa para mostrar. Ao final de uns meses, temos umas quantas t-shirts, colares ou o que for mas não umas botas boas que precisávamos e não as comprámos por "não ser possível". 

O que tento fazer é simplesmente não gastá-los. Estabelecer uma meta. Procurar uma coisa boa e gira que precise e ir poupando até poder comprá-la. Dure dois meses, seis, um ano, o que precisar. Garanto que a satisfação é enorme e não só darão muito mais valor a essa peça, a estimarão e usarão muito mais, como terão algo que vos dê outro ar, "aquele ar" que todas procuramos.

Listas

Outra forma que ajuda a poupar e a comprar apenas o que precisamos - e não porque naquele momento me sentiria muito bem a gastar o pouco que tenho - é fazer uma lista do que necessito e outra das peças pelas quais me apaixonei. Cruzá-las, dar prioridade ao que se precisa e repensar muito bem as paixões, se são duradouras. Ter uma lista de paixões é outra forma inteligente de não nos perdemos a gastar um euro aqui e outros dois ali. São uma meta e ajudam a não nos distrairmos. Ai que top tão giro! É giro mas o que eu quero mesmo é "aquela" carteira.

Longe da vista, longe do coração

Ficar horas a ver sites, blogues de moda, catálogos, etc, não ajuda ninguém. 

Volta ao guarda-roupa

Lugar comum o procurar no fundo do guarda-roupa, recuperar peças e alterar outras mas realmente muito útil, sobretudo para quem, como eu, nunca deita nada fora e guarda-religiosamente as coisas desde a adolescência. Ainda ontem o fiz e recuperei três saias que não usava há mais de dez anos em boas condições. Duas delas são para modificar (bainhas e corte). Claro que ter uma máquina de costura, gosto e aptidão para a coisa ajuda. 

O que nos leva ao


DIY

Novelo de lã, agulhas, tecido, linha, máquina de costura e imaginação. Para quem pode. Não há tecido? Aquelas calças que não servem passam a saia, por exemplo. Mudar botões, colocar cotoveleiras, adicionar pormenores, fazer pequenas alterações, etc. Nem toda a gente sabe costurar mas mudar botões não é assim tão inalcançável, pois não?

Poupar as nossas peças

Como o calçado, por exemplo. Regressar à idade da lata de graxa e da escova. Proteger o calçado é uma forma de prolongá-lo. Depois, podemos ainda guardar alguns pares e usá-los só muito de vez em quando, para quando se estragarem os outros e não pudermos substitui-los, ter um ou outro em bom estado e com bom aspecto.

Quem diz calçado, diz tudo. Ter cuidados acrescidos com a lavagem e acondicionamento da roupa, para que as peças não deformem, percam cor e perdurem. Não atirar com a bijutaria ou as carteiras de qualquer forma. Estimar e mimar o que temos. Reapaixonarmo-nos pelas peças seria ouro sobre azul.

Procurar em outros guarda-roupas

A velha e bem sucedida ida ao guarda-roupa da mãe, do pai, irmãos (ãs) e/ou namorado(a). Se as peças não assentam bem, é alterá-las, usá-las para fazer outras. Para quem está sem trabalho ou com pouco trabalho é ainda uma forma de criar um projecto, andar entusiasmada e ocupada. Falo por mim, que sou freelancer, dias muito desocupados só são bem vistos no início.

Podemos ainda trocar peças com as amigas/familiares. Há já muita gente que troca na internet, em blogues e páginas do Facebook, mas confesso que isso não me alicia. Não o façam sem ser de forma acautelada. O que não falta por aí são burlas.

Outra coisa que poderia aconselhar são as lojas "vintage", vá, sejamos honestas, lojas de segunda-mão mas sou daquelas velhas raposas que não se vêm a usar coisas de outras pessoas que não conheça. É para quem seja menos complicado do que eu.


Existem outras tantas soluções que aplico mas que abordarei noutra altura. Este post está escandalosamente grande e não quero que adormeçam!

No fundo, usem o raciocínio. Teorizem, usem o racional na medida do possível para afastar tristezas e insatisfações. Não se trata de sobreviver fisicamente à crise (Nem tenho competência para vos ensinar tal.), trata-se de minorar a insatisfação e tentar tomar medidas minimamente ajuizadas.

terça-feira, 10 de julho de 2012

As meninas das consultoras


Tinha por hábito lanchar no Atrium do Saldanha por ter a academia de dança ali perto e pelos concertos de piano que existem ao fim da tarde. O piano foi algo que cresceu nos meus gostos com a prática do Ballet e, hoje em dia, é meio caminho andado para me pôr a sonhar acordada. Mudei de academia mas, de vez em quando, gosto de voltar ao hábito. Foi o que fiz ontem.

Uma das coisas que reparo sempre é nas pessoas, no que vestem, como andam. Há sítios que são mais propícios a isso e o Atrium é um palco de gente descontraída e, pelo oposto, de uma enorme quantidade de profissionais, que se apresentam muito formais, das diversas consultoras ali instaladas.

As mulheres chamam sempre mais a minha atenção. Cores escuras que não variam para lá do cinza, do azul escuro e do preto, linhas direitas e enfadonhas nas roupas, quase masculinas, sabrinas ou grandes saltos, ombros caídos, ar pesado e cansado, todas muito indistintas, sendo a maior parte delas muito novas.

Não tenho saudades nenhumas dos tempos em que de Segunda a Sexta-feira, o dress code que me era imposto era precisamente esse, sem espaço para saias sem collants ou sandálias de dedos de fora. Hoje em dia, as coisas estão mais flexíveis mas, com regras mais rígidas ou menos rígidas, acredito que a maioria caia nessa fórmula por ser mais fácil, rápida e dificilmente errada.

O revés? Nota-se no rosto e nos ombros. Entranha-se na pele e na forma de estar. Ausência de personalidade e vivacidade. Os pés arrastam os saltos vertiginosos a custo ou as sabrinas como chinelos. Tornam-se indistintas.

Um exercício mental que me diverte bastante é olhar para cada uma delas e mudar um ponto ou outro (ou vesti-la da cabeça aos pés), sem lhe retirar o ar profissional, alterando e acrescentando o suficiente para que a sua personalidade desabroche e coexista.

Por várias vezes, apeteceu-me abordar uma ou outra e dizer-lhe que a acompanharia de bom grado numa sessão de compras. Tanta mulher com potencial  e quase todas tão apagadas, que até doí a alma.

Por vezes é preciso arriscar um pouco. Começar devagar mas essas mudanças são muito importantes. Não podemos esquecer que passamos a maior parte do tempo naquelas roupas e é bom que elas nos façam sentir como se fossem uma segunda pele. Cuidada, que seja o nosso espelho. Além do mais, isso também é importante profissionalmente. Um pouco de personalidade só faz bem. Destaca-nos dos colegas, chama a atenção do cliente. Tal como um homem bem vestido e com boas peças leva um cliente a pensar que ele é bem sucedido, uma mulher arranjada com personalidade faz o mesmo. As outras tornam-se invisíveis.

Bem sei que estamos em Portugal, que o papel da mulher no trabalho ainda não é visto da mesma forma que o do homem e por isso muitas anulam a sua feminilidade, em troca de igual aceitação,  mas passar a maior parte da vida no cinzento não é forma de vida. Não conquista nada. Torna-nos em mais um número. Por mais fútil que possam achar este assunto, as roupas podem fazer muito. Não só ao nosso aspecto exterior, como à nossa auto-estima, segurança, afirmação. Tudo isso reverte-se no trabalho, na forma de estar e na vida pessoal.

Daí que, a partir de agora, gostaria de propor visuais para trabalho que fujam ao básico. Para já, não em mim, que não tenho jeito para modelo e muito menos tenho um(a) fotógrafo(a) sempre disponível, mas recolhendo sugestões, fotos, ou fazendo conjuntos que considere interessantes.

Quanto às meninas das consultoras, advogadas, economistas, gestoras, executivas, todas as que entrem neste espectro, quem sabe, um dia, faça isso. Tome a iniciativa de vos dizer "Vamos às compras." Sem que me tomem por louca, naturalmente. Esta é muito a minha praia e já tive todas essas dores. Diferenciar não é fácil mas torna tudo tão mais interessante.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Compras - O exercício mental I


Quando queremos dominar um assunto, temos de usar todas as armas e o conhecimento é a mais forte delas.

O mesmo se passa na moda. Uns têm gosto e percepção natural do que lhes fica bem, outros vão adquirindo no tempo, outros formam-se na área.  Não faço ideia se tenho gosto natural. Há quem diga que sim, que nasci a apontar para os saltos altos. (Não nascemos todas? Ou muitas?) Acredito piamente que vou evoluindo, aprendendo, afinando, que hoje sei muito mais e, por isso, não posso negligenciar tudo o que tenho assimilado. 

Trocando por miúdos, considero ter a obrigação de não perder a cabeça e atirar-me às compras de venda posta. Em cada peça que pego, obrigo-me a interrogar se realmente preciso dela, se é a que melhor me favorece, se tenho semelhantes, cores, se vai ter real uso. Questiono-me umas vinte vezes e, se possível, se tenho de levá-la já, se não posso ponderar e deixar para uns dias mais tarde. Ora, confesso que este exercício homérico não é nada fácil e gera "alguma" ansiedade se, realmente, gosto da peça, mas, lá está, assim fico a saber. Se for um capricho, no dia seguinte, continuará no expositor. Tanto a minha carteira, o pouco espaço que tenho no guarda-roupa, como a minha consciência agradecem.

Estou bastante satisfeita com este exercício. Nada disto é a descoberta da pólvora mas gera bons frutos. Como referi, sofro de alguma ansiedade durante o processo mas o guarda-roupa vai refinando a olhos vistos. 

As tendências são outro grande inimigo. Apetece-nos mergulhar sem pensar e muitas vezes acabamos com as gavetas e cabides cheios de peças de estilos muito diferentes, com prazos de validade curtos, que não fazem grande coisa por nós e, pior, não criam propriamente um identidade. Pensar, repensar, matutar. Se a peça desaparecer das prateleiras também ninguém morre. (Ninguém!)

Faço listas do que preciso e ando com elas (Não vá ter amnésia temporária e oportuna.). A lista actual é curta e é para cumprir aos poucos. Está repleta de peças base e todas elas terão de ver várias características preenchidas. Dificilmente, as adquirirei em lojas de fast fashion pois quero corte, qualidade e durabilidade.

Naturalmente, tenho impulsos (Ninguém é de ferro.) mas estou tão mais controlada que dá gosto.

A estes exercícios e mantras que tento cumprir, tenho uma grande excepção, tão ou mais importante: Quaisquer peças originais, diferentes, que assentem bem e de bom material. Aquelas pelas quais nos apaixonamos imediatamente e temos a certeza de que serão amor eterno. Que são a nossa cara e sempre nos farão sentir únicas. Por estas, perco imediatamente a cabeça, sem quaisquer ponderações e ainda bem!

Um exemplo é este vestido que escolhi para a loja há uns três anos e,  imediatamente, surripiei um exemplar para mim, em tons nude, preto, cor-de-rosa e cor-de-laranja flúor. Dá para acreditar que ainda só o usei uma vez? Ainda assim, eternamente apaixonada por ele e, este ano, mais actual do que nunca.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Saias compridas, para altas e baixas

1 - Mango // 2 - Massimo Dutti // 3 - Zara // 4 e 5 - Asos // 6 - BCBG

Tenho lido muito por aí que estas saias só ficam bem a pessoas altas, para desespero das baixinhas e das medianas.

É algo com o qual não concordo e, na minha opinião, estas saias são perfeitas para alongar e estilizar a figura e até podem "emagrecer", se usadas correctamente.

Os truques que uso são muito fáceis e não muito diferentes dos usados nas calças para alongar as pernas.

Daí ter decidido fazer uma pequena lista, com pontos muito simples e fáceis de perceber e aplicar.

Talvez façam mudar algumas opiniões e ajudar as indecisas, ora vejam:

1 - Saia bem comprida, de preferência a cobrir ou quase cobrir os pés. Nunca acima dos tornozelos. É ganhar altura, com a maior das facilidades.













































2 - Como em tudo a vida, proporções. A parte de cima deve dar pela cintura ou sob o busto, não pelas ancas ou abaixo. A ideia é criar uma parte de cima substancial e visivelmente mais pequena do que a de baixo. Se for volumosa, deverá sempre marcar a cintura, nesse caso, com um cinto, metida para dentro da saia ou com um nó à cintura. Resultado: Efeito pernas longas.


A Andy é alta mas mesmo assim não deixa de jogar com as proporções. Resultado: Pernas gigantes.






































 Neste caso, o corte a direito alonga a figura mas a parte de cima retira altura às pernas.

3 - Optar por saias de corte a direito ou em "A". A base não pode ser mais curta do que a cintura. Resultado: Não só alonga como disfarça as ancas. Para as mais cheinhas, optar por cortes em "A" e evitar muitas pregas ou pinças logo na zona da cintura. Fugir às plissadas! O que leva ao truque seguinte,


A Sidney usa e abusa das saias compridas sempre com grande estilo. Não deixou de o fazer enquanto estava grávida, tendo preferência pelo corte a direito, corte "A" ou com poucas pinças na cintura.

 




































Saia em "A" com poucas pinças na cintura. A parte de baixo da saia maior do que a de cima estreita as ancas.


4 - As plissadas são lindas mas só para pessoas magras e com alguma altura. A não ser que tenham muita roda, o material seja um tecido muito leve. Mesmo assim é difícil. Acabam sempre por acentuar as ancas, ao abrir um pouco o plissado.







































5 - Como sempre, tons mais escuros também alongam mas, se a saia obedecer às regras de cima, não vejo porque não usar cores vivas, branco, pastéis, etc. Padrões, grandes ou pequenos, também funcionam sempre, se a parte de cima respeitar a regra da proporção.

 








































































 6 - Pontos extra para saltos altos. Sobretudo, se ficarem cobertos ou semi-cobertos. Pernas longas instantâneas!







































































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