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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Depois, a vantagem deste blogue

É deixar os desejos impulsivos ali para o lado dele.

Neste momento, não tenho uma única peça que ande a moer o meu juízo. Nenhuma pela qual suspire. O controlo dá nisto. Rapidamente, descarto qualquer coisa que me pisque os olhos para um relacionamento não sério. Só aparecem coisas mornas. Ficam no cabide.

Assim, tenho toda a liberdade para mergulhar no mundo masculino, sem consequências.

Neste momento, ando obcecada por estes padrões e pormenores:

Riscas fininhas, especialmente se conjugadas com bolas, dentro das mesmas cores. Azul é aposta sempre ganha mas funciona com tantas outras cores. Não me canso deste conjunto.

Riscas fininhas, especialmente azuis e brancas em blazer. Para mulheres também, porque não? No meu caso, já descartei com uma compra semelhante que não me ficava assim tão bem, feita há uns anos. Quem sabe, um blazer mais curto (der por baixo da cintura e não pelas ancas) seja outra coisa.

Este é da Ermenegildo Zegna . Não sou lá muito louca por este tipo de bolsos mas é um casaco desportivo e versátil que fica sempre impecável.


Xadrez com xadrez em materiais e tons de Verão. Se alguém souber onde encontrar uma gravata igual/semelhante, avise que adquiro uma para mim. As cores são qualquer coisa. Para os mais tímidos, é só combinar com peças lisas.


Laços de Verão, feitos à mão da E.W. McCall.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Geek ou Charme?


Ainda me recordo quando obriguei o namorado (e praticamente toda a ala masculina da turma) a usar smoking e o correspondente laço, no baile de finalistas da faculdade. Queria levar um vestido de baile, feito por medida e o fato e gravatas habitualmente usados nas orais estavam fora de questão. Digamos que sou obstinada mas correu bem. A turma estava linda de morrer. Elas agradeceram. Eles estavam giríssimos e tiveram a atenção feminina desejada. Win-win situation.

Tenho assim uma queda por laços e estou felicíssima desde que voltaram à linha da frente. Por cá, o uso ainda é muito tímido ou então só encontramos naqueles visuais mais irreverentes.

Não é uma peça fácil, é verdade. 

De uma imagem repleta de charme a um ar de tótó (Desculpem mas é mesmo a expressão mais apropriada.) é meio passo. Talvez seja daquelas coisas que, para arriscar sem grande segurança, é necessária uma segunda opinião. Por muito que os marrões estejam na moda, quer-se, sim, um ar cheio de pinta e não de menino da mamã.

Como usar então?

Dar um ligeiro ar irreverente com outra peça ou toque. Um cabelo pouco alinhado, bons materiais, uma peça de cor, barba por fazer, umas calças de ganga gastas, algo pintoso e que desvie do visual totalmente certinho do Carlton (Prince of Bel Air). Nada de tudo muito arrumadinho!

Ficam alguns exemplos que me encantam.

Arriscam?